Zeus Toffeefeast

Sobre a comunidade de pesca no gelo

Quem escreve, como cada relato é apurado nas águas locais, e para que ele serve.

Uma mesa com mapas de lagos, relatórios de pesca impressos e cadernos de anotações abertos
Por que começamos

Quatro parceiros de buraco no gelo, um caderno só

Depois de cada saída no gelo, trocávamos as mesmas anotações sobre perca e lúcio, pontos quentes e furos que valeram a pena — até perceber que aquilo já era, na prática, um boletim de pesca. Resolvemos dar nome à coisa e organizar os relatos de temporada. A primeira edição foi enviada para onze pescadores da nossa comunidade, com dicas de onde furar o gelo e o que estava mordendo naquela semana.

Um pescador revisando o relatório de pesca junto à janela
Como um relato de pesca ganha forma

Primeiro no gelo, depois no papel

Todo relato começa em cima do gelo, testado por quem realmente esteve lá, verificando a espessura, o ponto de pesca e o que estava fisgando naquele dia. Se uma informação sobre a temporada ou sobre um trecho de água local não resiste a uma segunda visita, ela simplesmente não entra no boletim. Preferimos conferir duas vezes a publicar um palpite.

Como trabalhamos

Três regras que seguimos

01

Nada de relato de segunda mão

Só descrevemos um furo, uma captura ou uma água local se alguém da equipe esteve lá.

02

Contamos quando a pescaria não rendeu

As manhãs sem nenhuma fisgada também entram no relato. Costumam ser a parte mais útil para quem vai pescar depois.

03

Correções sempre à vista

Erros no relato são corrigidos na própria página, com uma nota explicando o que mudou.

Dois boletins por mês, nada além disso

Um relatório completo de temporada e uma nota rápida de pescaria, enviados assim que saem do gelo.

Cancele o recebimento dos boletins quando quiser, com um clique.